
Em uma eleição, muitos candidatos e candidatas recebiam recursos de empresas. Agora existe o fundo partidário - feito de recursos públicos - mas os empresários ainda podem doar pessoalmente.
Em geral são donos de construtoras e empresas de transportes. Às vezes, o dinheiro vem até de fontes duvidosas e ilegais, como vimos com as milícias no Rio de Janeiro. Ou seja, não é doação, é investimento e a fatura vem alta depois.
Nós do PSOL não recebemos dinheiro de empresários. Não entregamos nossa alma e nossos sonhos nas mãos dos que lucram com o mal-estar dos que trabalham. Eles transformam o que deveria ser direito de todos em privilégio de alguns.
Por isso, podemos propor uma cidade cuja administração esteja voltada para a garantia que todos tenham direitos iguais: na saúde, educação, moradia, saneamento, transporte e segurança.
Por uma Juiz de Fora feita por nós e para nós, por uma cidade acolhedora e solidária. Bora fazer o que virá!

